Cânion do Xingó, a bela paisagem do sertão nordestino

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Cenário de rara beleza em meio ao sertão nordestino

Em pleno sertão nordestino, o Rio São Francisco serpenteia entre altos rochedos para formar o quinto maior cânion navegável do mundo. A bela paisagem, que já serviu de cenário para produções televisivas e cinematográficas, atrai muitos visitantes brasileiros e estrangeiros. A navegação pelo Cânion do Xingó é a principal atração dessa região, conhecida como complexo turístico do Xingó, localizada na divisa entre os estados de Sergipe e Alagoas. O passeio é realmente encantador. Mas, prepare-se para trazer muito mais lembranças na bagagem! Em três dias nesta área, entramos na caatinga para fazer a Rota do Cangaço, visitamos a hidrelétrica do Xingó, conhecemos Piranhas, em Alagoas, uma cidadezinha histórica que é tombada como patrimônio nacional e descobrimos até um sítio arqueológico, com inscrições rupestres, na Fazenda Mundo Novo, em Sergipe. Siga em frente para conferir nosso Roteiro no Cânion do Xingó.

Melhor base para o Cânion do Xingó

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Cidade de Piranhas, em Alagoas, é melhor local de hospedagem

O Cânion do Xingó fica no rio São Francisco, na divisa entre Sergipe e Alagoas. Para fazer esse roteiro, você pode se hospedar numa das cidades vizinhas: Candindé do São Francisco, em Sergipe ou Piranhas, em Alagoas.

Optamos por Piranhas e adoramos. A cidadezinha tem um centro histórico bem preservado, uma praça com bares e restaurantes sempre animados à noite e oferece ótimas opções de hospedagem. Nós ficamos hospedados no excelente Pedra do Sino Hotel (veja neste post nosso relato sobre o hotel).

Canindé do São Francisco também tem uma boa rede de hotéis e pousadas, mas perde em charme e não tem um centrinho com música e agito à noite. Siga a nossa dica e fique em Piranhas.

#ANOTE

Não recomendamos fazer bate volta, partindo de Aracaju ou Maceió. A região tem muito mais a oferecer do que um rápido passeio pelo Cânion, num trajeto cansativo, onde você passará mais tempo na estrada do que no lugar da atração!!!

Como chegar

O aeroporto mais próximo do Xingó é o de Paulo Afonso (Ba), que recebe voos da Azul, saindo de Salvador, nos dias de segundas e sextas-feiras. De Paulo Afonso, você terá que percorrer 90 km (cerca de 1h30) até Piranhas, em Alagoas. Note que essa opção envolve dois voos e uma rota bem restrita.

Por isso, os aeroportos mais adequados são o de Aracaju, em Sergipe, que fica a cerca de (200 km, de Piranhas, ou o de Maceió, em Alagoas, que está a (270 km.

A partir de uma dessas capitais, você terá que fazer o restante do trecho por estrada. Há opções de ônibus, transfer ou aluguel de carro.

Se optar por carro, veja as rotas, que deverá fazer:

  • A partir de Aracaju : Deixe a capital na direção de Itabaiana pela BR 235; saia pela SE 175, em direção às cidades de Ribeirópolis e Nossa Senhora da Glória. Daí, prossiga pela SE 230 até Canindé do São Francisco. Para chegar a Piranhas, basta atravessar a ponte e seguir as placas indicativas.

Nossa opção: Fomos de carro próprio, partindo de Salvador, onde moramos e percorremos 525 km. Saímos da cidade pela BA 099, a estrada que margeia o litoral norte baiano, prosseguimos pela SE-100, em direção à Estância, até chegarmos à BR 101. Passamos pela entrada de Aracaju e cerca de 2 km depois, pegamos a BR 235 e seguimos a rota descrita acima até Piranhas.


  • A partir de Maceió: Deixe a cidade pelo sul e pegue a AL 220 em Barra de São Miguel. Siga via Arapiraca por essa estrada até a entrada de Piranhas.

Mapa com rotas saindo de Aracaju ou de Maceió

Quando ir ao Cânion do Xingó

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Em dezembro, pegamos dias de sol e muito calor

A região é extremamente seca e quente, mas ninguém quer contemplar as belas paisagens do Xingó debaixo de chuva né?

Então, fique ligado: a temporada seca começa em agosto e vai até fevereiro. Outubro praticamente não chove. A estação chuvosa ocorre entre maio e julho, mesmo assim o índice de precipitação é baixo.

Fomos em dezembro de 2018 e os guias comentaram que uma semana antes havia chovido bastante. Durante a nossa visita pegamos dois dias de sol escaldante e um parcialmente nublado, nenhuma chuva e muito calor.

Quantos dias

Para conhecer o patrimônio natural, histórico e cultural da região, recomendamos três dias.

Atrações visitadas

Sergipe – No lado Sergipano do Velho Chico, a maior atração é o passeio de barco pelo Cânion do Xingó. Embora o cânion fique na margem alagoana do Rio, o passeio é iniciado na margem sergipana. Nosso tour no Cânion será contado mais adiante, neste post.

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Tour guiado na Hidrelétrica do Xingó, em Sergipe

Em Canindé do São Francisco, também visitamos a Hidrelétrica do Xingó e a Fazenda Mundo Novo, onde se pode fazer trilhas e conhecer sítios arqueológicos, com inscrições rupestres (veja o post com os passeios à Hidrelétrica e à Fazenda).

Alagoas – Em Piranhas, visitamos o Centro Histórico, Mirante Secular e o Museu do Sertão (veja neste post o relato sobre o centro histórico e mirantes de Piranhas). Também fizemos o passeio de barco “Rota do Cangaço”, que sai do cais da cidade e vai até a Grota de Angicos, local onde Lampião viveu e foi morto, numa emboscada.

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Rota do Cangaço, em Alagoas, conta a história de Lampião

O que é o cânion do Xingó

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Lago do Xingó tem 65 km de extensão

O Cânion do Xingó fica no Rio São Francisco, o rio 100% nacional, que nasce em Minas Gerais, passa pela Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas, antes de desaguar no Oceano Atlântico. O nome do Cânion se deve ao Rio Xingó, um dos inúmeros braços do Velho Chico, no Estado de Alagoas.

O mais curioso é que o Cânion não existia até 1994. A área era somente uma fenda entre dois picos de montanhas próximas. Seu solo era coberto pela caatinga e o rio que passava pela cidade de Canindé estava praticamente seco. Com a construção da barragem da Usina Hidrelétrica do Xingó, houve o represamento das águas do Rio, que subiu quase cem metros, cobrindo parcialmente as montanhas.

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Construção da usina inundou área do sertão criando lago

 

Então, na verdade, o cânion é artificial, fruto da construção da hidrelétrica. Mas isso não retira sua beleza e originalidade. Embora o aumento do leito do rio tenha decorrido da ação humana, foi o conjunto de rochas areníticas de formatos inusitados que já existia no lugar que deu a forma ao cânion.

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Rochas areníticas formaram o cânion

O lago do Xingó, área que foi inundada com a construção da represa, tem 65 km de extensão, pontos com até 190 metros de profundidade e uma largura que varia entre 50 a 300 metros. O trecho navegável por grandes embarcações, que geralmente fazem os passeios turísticos, tem cerca de 18 km, o que torna o Xingó o quinto maior cânion navegável do mundo.

Como é o passeio no Cânion do Xingó

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Passeio de barco pelo Cânion do Xingó é maior atração da região

O passeio mais comum oferecido pelas agências de turismo que operam na região é feito em barcos grandes (catamarãs) e saem do restaurante Karrancas, que fica na margem sergipana, a 9 km do centro de Canindé de São Francisco. A duração é de cerca de 3 horas, uma hora navegando pelo Rio São Francisco, mais uma hora de parada para banho e uma hora para retornar. O ponto para banho é o Porto do Brogodó, onde há um deque de apoio e duas “piscinas” cercadas (adultos e crianças) para que os visitantes tomem banho nas águas do velho chico com segurança. Todos devem usar colete inflável e são oferecidos macarrões flutuantes. Quem quiser, pode pagar para um barquinho levar até a gruta do Talhado, um dos locais mais fotogênicos do cânion.

Catamarãs saem do restaurante Karrancas

Diferenciais do passeio em lancha

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Lancha proporciona conforto e comodidade

Quando estava planejando nossa viagem ao Xingó, li o relato de outros viajantes reclamando do excesso de pessoas e do reduzido tempo de parada dos catamarãs. Ao entrar em contato com a empresa MFTur, descobri que havia outra opção de passeio, bem mais exclusiva e flexível, com excelente custo-benefício.

São os passeios nas lanchas voadeiras, pequenas embarcações velozes, que fazem um roteiro mais abrangente, parando em pontos onde os barcos maiores não passam. Além disso, você pode combinar com o marinheiro quanto tempo quer ficar em cada parada, em qual restaurante do lago quer aportar para o almoço ou até pedir para a lancha parar para fotografar um lugar específico.

Ótimo custo-benefício

Local de embarque da lancha que ficou só para nossa família

Enfim, o passeio é bem personalizável e dura muito mais tempo que o tour básico dos catamarãs (em média começam 10h/11h e vão até às 16h, ou seja, 5/6 horas contra as 3 horas do catamarã). As lanchas possuem cobertura para proteção do sol e podem levar até 8 passageiros, mas já saem a partir de 3 pessoas. No nosso caso, fomos apenas eu, meu marido e minha filha! Ficamos com o marinheiro à nossa disposição. O bilhete no catamarã custa R$100,00 e o da lancha R$120,00 por pessoa. Pelo diferencial do passeio, achei que valeu muito a pena!

Depois de fazermos a reserva por telefone, fomos até o ponto de onde saem os passeios, na Fazenda Ranchico, em Canindé do São Francisco. De lá, partimos com o nosso marinheiro, que parou no restaurante Karrancas, onde pegamos um cooler com gelo e bebidas. A partir daí foi só emoção pelo velho chico.

Rochas exóticas: Pedras do Papagaio e do Japonês

A embarcação saiu cortando as águas esverdeadas do rio e logo estávamos diante das primeiras formações do Cânion. O piloto, experiente na rota, ia nos mostrando as rochas mais conhecidas pelos seus formatos exóticos: a Ponta do Papagaio, a Pedra do Gavião, o Morro dos Macacos e a Pedra do Japonês.

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lancha chega bem perto dos rochedos e grutas

Passamos diante do Porto de Brogodó, mas não paramos nesse momento, pois havia catamarãs atracados e as piscinas estavam lotadas. Fomos até um pequeno restaurante, onde há um píer, com bela vista para o cânion.

Escadaria para a gruta e imagem de São Francisco

Na volta, fizemos uma parada para subir a escada na rocha e ver de perto a imagem de São Francisco deixada por devotos numa gruta esculpida nas pedras. Durante toda a navegação, a lancha chega bem perto dos rochedos, o que não é possível nas embarcações grandes.

Paraíso do Talhado

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Gruta do Talhado: paisagem mágica

Enfim, paramos no ponto para banho. De lá, tomamos um dos barquinhos que atravessam até a gruta Paraíso do Talhado, cobrando R$ 10,00 por pessoa. Fiz questão de ir no barco que tem na frente uma carranca de madeira, figura usada no sertão para espantar os maus espíritos 😉 O percurso é bem rápido (cerca de quinze minutos ida e volta) mas a paisagem vale o passeio. Essa é a parte do cânion mais fechada e nem as lanchas conseguem entrar, o que empresta um ar de mistério ao local.

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Barco para travessia ao Talhado

Os paredões são bem altos, medem cerca de 30 metros, e em alguns pontos quase se encostam, sendo necessário que os passageiros do barco se abaixem. Nas rochas alaranjadas, vemos algumas imagens de São Francisco, o padroeiro do rio, deixada por moradores.

No final da gruta, dá para ver uma parte plana. O marinheiro aponta para esse lugar e informa que ali foram gravadas cenas da novela Cordel Encantado, da Rede Globo, em 2011. Mas encantados mesmo estávamos nós, com aquele cordel de imagens, misturando o laranja das rochas com o verde-esmeralda do rio. A água refletia cada raio de sol que entrava pelas frestas da gruta, formando desenhos no cânion. A sensação que tínhamos era de magia e gratidão por estar naquele lugar fascinante em pleno sertão nordestino.

Banho de rio no Cânion do Xingó

Piscina exclusiva para nossa família após partida dos catamarãs

O barquinho nos trouxe de volta à realidade e ao Porto de Brogodó. Os cercados agora estavam vazios com a partida dos catamarãs. Hora de nadar em meio a imensidão das águas verdinhas e mornas do São Francisco. A piscina era só nossa e nos esbaldamos. Nem queríamos mais sair dali, mas nosso passeio incluía passagem pelo Vale dos Mestres, outro local para banho e partimos para lá.

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Vale dos Mestres: local só acessível com pequenas embarcações

Os paredões do Vale mostram rochas em forma de camadas, como se tivessem sido colocadas uma sobre a outra, num capricho da natureza. Aqui não há cercado para o banho, o local é bem rasinho e da lancha saltamos direto no rio. Não havia outra embarcação além da nossa. Paz total!

Parada para almoço no Cânion do Xingó

Restaurante Castanho fica em área de preservação da Caatinga

Almoçamos no restaurante Castanho, pois vimos que tinha uma prainha na margem do rio. Essa é mais uma vantagem do passeio de lancha. Enquanto todos os passageiros dos catamarãs param para almoçar no restaurante Karrankas, podíamos escolher qualquer um dos restaurantes à beira do rio.

O Castanho é um restaurante grande, instalado na área que restou de uma antiga fazenda depois da construção da hidrelétrica. Tem boa infraestrutura para descanso e lazer, como gazebos e redários, além de uma piscina de borda infinita e trampolim para o rio. Outro aspecto que gostamos é que fica instalado numa área de preservação ambiental do bioma da Caatinga, combinando bem como o nosso passeio ao Cânion.

O restaurante Castanho está na margem alagoana do rio, em área pertencente ao município de Delmiro Gouveia, Alagoas. O piloto da lancha nos informou quais os restaurantes que havia na beira do lago do Xingó e nós decidimos para parar neste.

Boa gastronomia e relax na piscina

Pedimos para o almoço, moqueca de camarão e carne do sol. A refeição para três pessoas, com bebidas, ficou por R$ 204,00, preço razoável diante da qualidade da comida e da estrutura de lazer oferecida. Depois do almoço, aproveitamos para tomar banho na prainha e na piscina, relaxamos nas redes e como já eram quase 16 h, chamamos nosso piloto para retornar ao ponto de partida, em Canindé. Trouxemos na memória imagens mágicas de um Nordeste que sequer sonhávamos existir.

#ANOTE

Use roupas leves e não se esqueça do traje de banho. Protetor solar, chapéu e garrafinha de água são itens essenciais.

Há banheiros nos catamarãs. Quem optar pelo passeio de lancha, pode usar os banheiros dos restaurantes que ficam na margem do rio.


Informação:

Mftur: Reservas para o passeio em lancha voadeira no celular/whattsapp (82) 98210-7512.

Instagram: @canionscomovocenuncaviu

O local de saída do passeio é a Fazenda Ranchico, que fica 400 metros antes do restaurante Karrancas, em Canindé do São Francisco. Há placas indicativas.


Todas as informações deste post se referem à data de nossa viagem, em dezembro de 2018. Confira  os dados para o período de sua viagem nos sites ou telefones indicados.

23 comentários em “Cânion do Xingó, a bela paisagem do sertão nordestino

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    1. Olá, Igor! O Cânion do Xingó tem uma paisagem bastante singular, bem diferente de tudo que já vi, aqui no Brasil. Vale a pena uma visita!

  1. Que passeio diferente, adorei! Não conheço o sertão nordestino e olha que moro na Bahia hein! 😛 Já anotei todas as dicas, quero conhecer esse lugar lindo cheio de história e culturas!

    1. Olá Lívia! Aproveite que mora na Bahia para visitar o Cânion do Xingó, você vai se encantar com a paisagem! Um abraço!

  2. Cometi o erro de ir em um bate e volta, além de ser cansativo, como vc alertou, foi decepcionante, pois só se toma banho naquele cercado muuuito cheio. Essa sua experiência mais privativa é com certeza a melhor dica que já encontrei, sem falar que queria ter conhecido um pouco mais a região também com calma… pena que só descobri seu relato agora, rs, mas vou voltar com certeza 😉

    1. Oi, Tiago! Volte mesmo e reserve dois ou três dias para ficar no Xingó e aproveitar tudo que a região tem a oferecer. Um abraço!

  3. O Nordeste é sensacional em todos os aspectos, e de todos os estados Alagoas é um dos meus preferidos sem duvida alguma! O passeio pelo canion do Xingó é lindo demais e concordo com você, quem puder arcar com o custo da lancha vale muito a pena! Adorei revisitar o lugar pelas suas fotos!

  4. Ola,
    Estamos programando uma viagem para Alagoas e desta vez, eu queria conhecer o interior do estado e o canyon. O passeio exclusivo corresponde mais à minha forma de viajar. Agora fico me perguntando, onde é melhor se hospedar ? Vi sua recomendação do hotel onde ficou, ha algum que conheça super legal com criança ? E restaurantes, algumas dicas de lugar bom ?

    1. Oi, Alice! O Pedra do Sino Hotel é um dos melhores da região. Quanto aos restaurantes, almoçamos no EcoParque e no Castanho, ambos à beira do rio, pontos de parada dos passeios de barco. Todos têm áreas de lazer excelentes para crianças. Espero que façam uma ótima viagem! Beijos.

  5. Esse passeio também fiz e me fez lembrar tantos momentos bons. Considero um passeio super obrigatório em nosso Nordeste, eu acabei ficando hospedada em Aracaju. As fotos estão lindas, parabéns!

    1. Obrigada, Carla! Se tiver oportunidade de voltar, fique uns dois a três dias em Piranhas para conhecer as outras atrações do lugar. Vale a pena! Um abraço.

  6. O Brasil tem cada cantinho mais lindo que o outro e merece ser explorado! Não sabia que o cânion só surgiu em 1994 e adorei a dica do passeio de lancha, sem duvidas vale muito a pena.

    1. Oi, Manuela! Essa região do Cânion do Xingó é encantadora, mas o cânion só se formou mesmo em 1994, depois da construção da Hidrelétrica! Antes, o lugar era apenas um terreno árido! Obrigada por sua visita!

  7. Que região linda.. menina, morri e não sabia que o cânion só tinha se formado em 1994. É um “lado” do nordeste ainda pouco explorado, né? Nesse caso, é diferente demais ver o nordeste com “tanta” água

    1. Oi, Aline! O turismo na região do Cânion do Xingó tem crescido, mas, ainda, assim, o litoral continua sendo o principal pólo turístico do Nordeste. O Cânion só se formou depois da construção da barragem. É uma paisagem bem diferente da que estamos acostumados a associar com o sertão nordestino! Vale a pena visitar. Um abraço.

  8. Eu fico impressionada com a formação dos cânions em geral. Fui há pouco tempo para Cambará do Sul, onde tem uma outra representação belíssima de cânions na região.
    Eu gostaria de mergulhar novamente no Velho Chico e, dessa vez, me hospedar em Piranhas. Adorei a sua dica nas voadeiras, pois quando fui.. a long time ago.. kkk elas não existiam como forma de turismo.

    1. Oi, Danielle, os cânions são formações geográficas realmente incríveis! Não conheço o de Cambará, mas tenho muita vontade de ir. Espere que volte a visitar o Cânion do Xingó e faça o passeio na lancha voadeira. Recomendo muito. Um abraço.

  9. Nosso Nordeste é incrível e precisa ser mais explorado por nós . Mesmo o Rio São Francisco sendo um ícone do Nordeste poucos conhecem.

    1. Olá, Sil! A linda paisagem do Cânion do Xingó merece mesmo ser mais visitada! Nós, brasileiros, devemos ser os primeiros a prestigiar nossas belezas, não é mesmo? Obrigada por sua visita ao blog. Um abraço.

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