O que fazer na Ilha do Mel, Paraná

 

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Ilha do Mel, um doce segredo do litoral paranaense

Poucos pensam no Paraná quando se fala de praia, mas o que muitos desconhecem é que o litoral paranaense guarda uma doce preciosidade em suas águas: a Ilha do Mel. Esse pedaço de terra privilegiado pela natureza reserva ao visitante surpresas como grutas, costões e mirantes sensacionais, vegetação nativa e quase 35 km de praias que são consideras as mais belas do Paraná. A ordem na ilha é desplugar! Carros não entram, a luz elétrica se restringe às pousadas e restaurantes, o transporte mais comum são as bicicletas e o número de visitantes não pode passar de cinco mil por dia.

Para manter a preservação, a ilha foi tombada pelo Patrimônio Histórico, Artístico e Natural do Paraná e transformada em Reserva da Biosfera pela Unesco. Com isso, manteve o aspecto rústico e é uma excelente opção para quem quer se aventurar em trilhas, praticar surf nas praias mais selvagens ou apenas contemplar a natureza em seu estado mais puro. Em nossa última visita à Curitiba, fizemos uma “escapada” até lá. Agora, vou te contar como foi nossa experiência e o que fazer na Ilha do Mel, Paraná.

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O melhor a fazer é relaxar e curtir o visual da Ilha

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Como chegar

Porto de Pontal do Sul e barco na travessia

Uma das maiores vantagens para quem quer conhecer a Ilha do Mel é que o lugar é relativamente próximo à Curitiba. A Ilha fica no litoral central do Paraná e pertence ao município de Paranaguá, a 120 km da capital. Mas não pense que é fácil chegar até lá! Você terá que enfrentar duas horas de estrada e meia hora de barco até pisar nas doces areias da ilha.

Nós fomos de carro alugado. Deixamos Curitiba e pegamos a rodovia BR 277, que vai para Paranaguá, descendo a Serra do Mar. Após passar pelo Posto da Polícia Rodoviária, tomamos a segunda entrada à direita em direção à Praia de Leste/Pontal do Paraná e seguimos até Pontal do Sul, porto que pertence ao município de Paranaguá. Deixamos o carro num estacionamento privado e compramos os bilhetes para o próximo barco que partiria para a ilha.

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Trapiche onde os barcos atracam na vila de Encantadas

As embarcações funcionam da 08h às 20h, sendo que no verão, saem a cada meia hora e no restante do ano a cada uma hora encerrando-se às 17h. A navegação até a ilha durou cerca de 30 minutos. Do Porto de Paranaguá também saem barcos em direção à ilha do Mel, porém o trecho é mais longo – cerca de 1h40 de navegação – e menos recomendável para quem parte de Curitiba, que era o nosso caso. Para verificar preços e horários na data de sua viagem consulte o site da  Albaline, associação de barqueiros responsável pela travessia.

Se você não quiser alugar carro e tiver pouco tempo para a visita, empresas de turismo de Curitiba oferecem o passeio até ilha com ida e volta no mesmo dia.

Caso prefira utilizar transporte público, ônibus fazem em aproximadamente 2h15 o percurso de Curitiba até Pontal do Sul, local onde se pega o barco para a Ilha. Você pode conferir horários e valores de passagens atualizados no site da empresa de ônibus Viação Graciosa.

Melhor época

 

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Apesar da previsão de chuvas, pegamos sol em dezembro

O verão costuma ser quente, porém chuvoso. No inverno, o frio atrapalhará sua praia. Início do outono ou final da primavera são as melhores épocas para visitar o lugar. Fomos no verão, quando chovia bastante em Curitiba, mas tivermos sorte de pegar tempo com sol parcialmente nublado na Ilha do Mel.

Onde ficar

Grande parte da ilha é dividida em duas unidades de preservação ambiental: a Estação Ecológica e o Parque Estadual, onde ficam manguezais, restingas, brejos litorâneos, caxetais e floresta atlântica. Os 200 hectares que podem ser usados são divididos em cinco vilarejos, sendo os três mais importantes: Fortaleza (norte), Nova Brasília (centro) e Encantadas (sul).

Ao reservar sua hospedagem, preste atenção em qual vila vai ficar para não desembarcar no trapiche errado, quando saltar do barco que trazem os visitantes do continente.

Área externa e quarto da Pousada: acomodação básica

Nossa visita à ilha durou um dia e meio. Pernoitamos uma noite na vila de Encantadas, na Mar e Cia, uma pousada pé na areia bem simples, que fica a cerca de 50 metros à esquerda do píer, onde os barcos atracam. Nessa área há muitas pousadas e restaurantes, todos bem rústicos. Enfim, apesar da estrutura básica, a localização da pousada é bem prática, pois não precisamos andar muito para fazer as refeições e ainda deu parar ver as atrações próximas logo na tarde da chegada.

Como circular na Ilha do Mel

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Caminhada é o meio mais comum de transporte

Na ilha não transitam carros tampouco qualquer veículo de tração animal. A forma mais comum de locomoção são as caminhadas. Assim que chegar, peça nos postos de informações ou no seu hotel/pousada um mapa para se guiar nas trilhas. O mapa também ajuda a entender a geografia da ilha, onde ficam os vilarejos, as praias e as atrações.

As trilhas são bem indicadas, mas se tiver dúvidas, não hesite em perguntar. Também se informe sobre os horários das marés quando caminhar pelas praias para evitar que o caminho que percorreu na ida já esteja coberto pelo mar na volta.

Outra dica importante é ter uma lanterninha para andar à noite, pois há vários trechos que ficam completamente na escuridão. Como só ficamos uma noite, deu para usar a lanterna do celular

As distâncias entre os vilarejos são longas, portanto, se não está acostumado a caminhar muito, faça os trajetos nos barcos que ligam as vilas ou alugue uma bicicleta para pedalar pelas trilhas ou pelas praias na maré baixa. O aluguel de bicicleta fica em torno de R$ 35 por dia. Os trechos de barco entre uma vila e outra estão em torno de R$ 10 por pessoa. Se usar os barcos, informe-se sobre os horários de ida e volta no píer para não perder a embarcação regular e ter que pagar um barco privado para voltar até sua acomodação.

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Mapa da ilha – Fonte: site da Prefeitura de Paranaguá

Para você ter uma ideia, veja a distância e tempo de caminhada aproximados, partindo da vila de Encantadas, onde ficamos, até algumas atrações da ilha:

  • Encantadas – Gruta: 0,6 km/ 15 mim
  • Encantadas – Vila de Nova Brasília: 4,8 km/ 2 h
  • Encantadas – Farol das Conchas: 5,7 km/ 2h40 mim
  • Encantadas – Fortaleza : 8,8 km/ 3h30 mim

O que fazer na Ilha do Mel, Paraná

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Ilha é excelente opção para contemplar a natureza bem preservada

Os principais atrativos da Ilha do Mel são as  belas praias, a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, o Farol das Conchas e a Gruta das Encantadas. Assim que pisamos na Ilha, por volta das 14h, passamos no Centro de Informações, onde pegamos o mapa com as trilhas e a localização das atrações. Deixamos as mochilas na pousada, almoçamos na praia de Encantadas e partimos para a trilha de cerca de 600 metros que dura apenas 15 minutos e nos levou até a Gruta de Encantadas. Aproveitamos nossa primeira tarde, curtindo o lado sul da ilha e vendo as seguintes atrações:

Praia das Encantadas

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A praia da vila de Encantadas tem mar de águas calmas

Repleta de embarcações ancoradas em seu pequeno porto, a praia das Encantadas tem águas calmas e sua orla é ocupada por bares, restaurantes e várias pousadas. É um ponto agitado da ilha porque ali fica o trapiche para embarque e desembarque da travessia ao continente. No final da tarde, dá para apreciar o pôr-do-sol e o acender das luzes de Paranaguá.

Gruta das Encantadas

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Gruta de Encantadas: fenda de 20 metros é um dos símbolos da Ilha

A gruta é considerada patrimônio natural local e é cercada de histórias místicas como a das belas mulheres que atraiam homens para o seu interior em noites de luar. O local é formado, geologicamente, pelo migmatito, um tipo de rocha, dividido por um veio de rocha negra, o diabásio, que sofreu as intempéries do mar e se rompeu, dando origem à gruta, que tem cerca de 20 metros de altura.

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Deque construído sobre as pedras facilita acesso à Gruta

As fotos clássicas da ilha são tiradas de dentro da gruta, com seu arco emoldurando o mar. Além de próxima à nossa pousada, a trilha de acesso à gruta é facilitada por um deque de madeira sobre as pedras no local mais próximo ao oceano.

Praia do Mar de Fora de Encantadas

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No fim da tarde, a praia estava deserta e a “ilha era só nossa”

Depois de visitarmos a gruta, fomos passear pela praia do Mar de Fora, que tem extenso areal, ondas fortes e costão rochoso. A praia estava completamente deserta, uma delícia ter a Ilha do Mel só para nós!

É nessa área que fica a chamada “Praça de Alimentação” de Encantadas, a qual pode ser acessada por uma trilha de 10 minutos a partir da Vila, porém preferimos não visitar a praça e arriscar uma subida a um dos morros que ficam próximos ao mar. Afinal de contas, fomos para a Ilha para ter um contato mais intenso com a natureza!

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Trilhas levam a morros que oferecem belos mirantes

Fica a 151 metros do nível do mar e tem em seu topo um pequeno oratório, que guarda várias imagens sacras e principalmente a de São Francisco de Assis, o santo protetor dos animais. A subida foi um pouco difícil para minha família (eu, marido e filha) pois não temos experiência com trilhas, ainda mais quando envolvem subidas íngremes sobre pedras.

Mas acho que pessoas com melhor condicionamento físico subirão sem problemas. Nós chegamos ao topo, com um pouco de dificuldade e cansaço, mas a bela vista das praias da ilha que se tem do alto compensa a subida. Há diversos outros morros que podem ser “escalados”, dando acesso a mirantes, porém pelo pouco tempo de estadia e baixo condicionamento físico, nós só conseguimos subir este.

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Por do sol em meio às nuvens na praia do Mar de Fora

Após a trilha, voltamos para a pousada, tomamos banho e saímos para jantar na Praia das Encantadas. As opções de restaurantes são simples, alguns bares tocam música ao vivo para animar a noite. Demos uma volta pela praia e nos recolhemos para dormir por volta das 22h30 para aproveitar bem nosso próximo e último dia na Ilha.

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A simplicidade do lugar permite contato com a natureza em seu estado mais puro

Ao acordamos, abandonamos a ideia inicial de pegar um barco no trapiche de Encantadas para ir à vila de Nova Brasília visitar o farol das Conchas, pois além da travessia de barco ainda teríamos que fazer uma trilha de 1,6 km (30 minutos de caminhada) e encarar 150 degraus para chegar ao Farol.

Decidimos, então, contratar um passeio que estava sendo oferecido por barqueiros no trapiche de Encantadas, cujo trajeto incluía passagem pelo Farol das Encantadas e pelo famoso Farol das Conchas, além de navegação por toda a costa do mar de Fora até a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, onde faríamos uma parada para visitação. Daí, navegaríamos pela Baia dos golfinhos e almoçaríamos na Ilha das Peças. Vamos, então, descrever as atrações desse dia, concentradas nas áreas centro e norte da Ilha:

Farol das Conchas

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Farol do século 19 até hoje orienta navegadores na Baía do Paranaguá

O Farol foi construído em Glasgow, na Escócia, e trazido à ilha em 1870, segmentado em pedações que são visíveis em sua estrutura. É um dos principais monumentos da ilha e até hoje orienta os navegantes na Baía de Paranaguá. O acesso pode ser feito da Praia de Fora ou da Praia do Farol que possuem rampas com cerca de 150 degraus que levam até a base da construção. O acesso interno é proibido. Nós não chegamos até a base do Farol só o avistamos do mar, durante a navegação até a Baía dos Golfinhos.

Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres

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Fortaleza militar do século 18 está bem preservada

A visita à imponente fortaleza construída entre 1767/1769 foi o ponto alto desse dia. A construção foi erguida para proteger a Baía do Paranaguá dos ataques espanhóis e é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Embora fique à beira-mar, a construção está bem preservada. A visitação é grátis e inclui entrada nas salas que serviram como presídio e na sala do comandante que exibe alguns objetos históricos.

Na parte externa, podem ser vistos oito canhões de origem inglesa e portuguesa, ainda dispostos em suas posições originais. Do pátio se tem uma bela vista da Praia da Fortaleza.

Após visitar a parte térrea, subimos uma trilha íngreme que leva ao topo do morro onde ficam instalados canhões mais modernos e trincheiras do período da Segunda Guerra. Do alto, tem-se uma impressionante vista panorâmica que rendeu boas fotos para nossas recordações.

Trilha para subir o morro e vista do mirante

Nós chegamos à Fortaleza pelo mar, pois estávamos fazendo o baseio de barco, mas existem dois caminhos que podem ser feitos à pé até o monumento, saindo da vila de Nova Brasília: caminhe até o final da praia da Fortaleza e suba a escadaria que leva até o Forte. Outra opção é partir para a Praia do Farol, numa caminhada com duração de cerca de 1h30 minutos. Se a maré estiver alta, não é possível ir pela praia, mas pode-se pegar o Caminho da Figueira em meio a Mata Atlântica, que também leva até a Fortaleza.

Praia da Fortaleza

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Praia da Fortaleza é a mais extensa da Ilha do Mel

A praia onde fica o histórico monumento militar foi batizada com seu nome. É a maior da Ilha, com 4 km de extensão. Possui quiosques, restaurantes e algumas pousadas. Além de linda, a praia é bem tranquila e pudemos desfrutar um pouco do lugar na parada para a visita à Fortaleza.

Baía dos Golfinhos

Entre as ilhas do Mel e das Peças, é possível observar aves e golfinhos

A baía que fica entre a Ilha do Mel e a Ilha das peças é local de observação de golfinhos. Durante o passeio de barco, pudemos ver alguns. Nessa área também pode-se contemplar várias aves marinhas. Pena que as fotos de celular não ficaram muito boas ☹

Ilha das Peças

Restaurante na praia da Ilha das Peças

A última parada de nosso passeio foi na Ilha das Peças, que tem praia com areia clara e mar calmo. Almoçamos no restaurante Teodoro Dias, simples e muito cheio. O barco passou antes no restaurante, onde fizemos os pedidos e retornamos depois da observação dos Golfinhos, para almoçar. Se estiver fazendo o passeio por conta própria, tome essa precaução ou reserve por telefone (41) 3482-5106. O restaurante fica lotado e é difícil conseguir mesa sem reserva.

Após o almoço, regressamos para Encantadas, comtemplando as belas praias que ficam na costa do mar de fora. Depois do banho na pousada – que nos permitiu guardar a bagagem e utilizar o banheiro mesmo depois do checkout -, fizemos o trajeto de barco e carro de volta à Curitiba.

Outras atrações da Ilha do Mel

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A ilha oferece opções para aventureiros como trekking, surf e voo livre. Entre as belas praias que só vimos do mar durante o passeio de barco, estão a  praia Grande, a do Miguel e a do Farol. Se você tiver interesse em ler mais informações sobre as atrações,  consulte o site da Prefeitura de Paranaguá, município onde se localiza a Ilha do Mel.

Vale a pena um bate volta de Curitiba à Ilha do Mel?

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Porta de entrada da Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres

Nossa esticada de Curitiba até a ilha durou pouco mais de um dia, sendo que pernoitamos uma noite. Com esse tempo, deu para ver as principais atrações e curtir um pouco o que o lugar tem de melhor, que é a tranquilidade. Só recomendaria um bate volta, se fosse um passeio organizado por agência, já incluindo paradas na Gruta de Encantadas e tour de barco até a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres. Um bate-volta por conta própria, com as dificuldades para chegar e circular na ilha, só fará você perder tempo e mal conhecerá  o lugar. Para explorar bem a Ilha, recomendaria três dias inteiros, tempo suficiente para conhecer as três vilas principais, visitar as atrações históricas e aproveitar suas belas praias, trilhas e a natureza intocada.


⇒ DICAS

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Pouca bagagem facilita a locomoção
  • 1 Coloque na mochila apenas o essencial: roupa para banho de mar, peças leves para passear (inclua um casaquinho para a noite), chapéus, óculos de sol, chinelos e tênis se for fazer trilhas. Malas não são práticas para a viagem de barco tampouco para ser transportada na areia. Nós deixamos as malas guardadas no hotel em que estávamos em Curitiba e viajamos só com mochilas. Lembre-se que terá que carregar sua bagagem do trapiche até a pousada. Se estiver pesada, há a opção de contratar carregadores que com pequenos carrinhos de mão levam sua bagagem do local do desembarque até sua acomodação. A depender do percurso, o serviço pode variar de R$ 20 a R$ 45.
  • 2Não há farmácias na Ilha. Se você faz uso de alguma medicação, não esqueça de leva-la. Acrescente os remedinhos básicos para qualquer viagem: analgésicos, antitérmicos, comprimidos contra enjoo, antiácido, curativos e antisséptico. Há postos de saúde para atendimentos emergenciais nas vilas de Encantadas e Nova Brasília.
  •  3 – Não se esqueça de protetor solar e repelente. Apesar de ter lido que os borrachudos atacam muito na Ilha, quando formos, no mês de dezembro, não sentimos a presença deles. Acho que a incidência deles depende muito da estação do ano.
  • 4 – A ilha não conta com caixa eletrônico. Pagamos com cartão de crédito nos restaurantes e pousada, mas nem todos estabelecimentos aceitam pagamento desta forma. Portanto, saque o dinheiro que você pretende usar, antes de embarcar.
  •  5 – Sinal de celular pega na ilha, mas a depender do lugar que você esteja o serviço pode ficar intermitente. A pousada Mar e Cia, onde nos hospedamos,  oferece wifi nas áreas públicas, mas não lembro de ter utilizado. Afinal, nossa escapada foi para desconectar mesmo 😊
  • 6 – Não é permitida a entrada de animais domésticos e não podem ser retiradas plantas da vegetação da Ilha.

    Esse texto não contém anúncios ou publicidade. A citação de estabelecimentos visa apenas compartilhar com o leitor a opinião pessoal da autora sobre os serviços experimentados.

2 comentários em “O que fazer na Ilha do Mel, Paraná

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  1. Que delícia lembrar da Ilha do Mel no seu post! Morei muitos anos em Curitiba e esse era um destino costumeiro, mas hoje deve fazer uns bons dez anos que não vou! Deve ter mudado bastante! Adorei! Lembrei que preciso voltar… Beijos!

    1. Que legal, Dani! Nós só passamos umdia e uma noite, mas deu para sentir a atmosfera leve e sossegada da Ilha do Mel! Beijos, querida!

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